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Patrícia Lobo

Qui | 29.12.11

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Por Patrícia Lobo
Podem achar isto e aquilo. Podem dizer o quiserem. Podem inventar mil e uma coisas. 
A única verdade é simplesmente esta: vocês não me conhecem.
Qua | 28.12.11

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Por Patrícia Lobo

It's time for a champion
Soothe the soul of the land
Mend the heart from the sea and the sand
Until the sun comes up again

Reach for the sky
Keep your eye on the prize
Forever by my side
Your my golden sunshine
Fits raining in your mind
So push those clouds aside
Forever by my side
Your my golden sun

Matisyahu - Sunshine
Dom | 25.12.11

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Por Patrícia Lobo
Não me importam os caminhos, as decisões e as escolhas que tomas. Importa-me sim, o teu inigualável carácter, a tua verdadeira amizade. Simplesmente tu me importas. E fico tão feliz por saber que te sentes bem assim. Amas e és amada, de igual forma. Venero essa tua força, essa tua determinação. És um exemplo para tantas pessoas que têm medo de serem elas próprias!
Dom | 25.12.11

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Por Patrícia Lobo
Não acredito em coincidências. Nunca acreditei e não seria agora que passaria a acreditar. Acredito, sim, num destino dependente dos nossos próprios actos. Das nossas próprias escolhas. Acredito que foram esses mesmos que me trouxeram até esta casa e que, consequentemente, me trouxeram para perto de ti. Para perto da escuridão. E apesar de todo o mal que nos rodeia, sinto-me tão segura nos teus braços. Fecho os olhos e penso em como seria bom se esta casa pertencesse apenas e só às nossas almas eternas. Só tu e eu. Nós, apenas.
Sab | 24.12.11

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Por Patrícia Lobo

O Natal para mim era tudo. Eram presentes, doces e, principalmente, amor e família. Lembro-me de passar todos os Natais em casa da minha avó paterna. A mesa de jantar estava sempre cheia de comida e doces típicos da época. Lembro-me das gargalhadas em família, lembro-me de cada história antiga que contavam aos mais pequenos, inclusive eu. Lembro-me das canções de Natal que todos cantávamos. Assim se passava uma boa noite. E quando soavam as doze badaladas, corríamos para a janela e chamávamos o Pai Natal, gritando com todas as forças que tínhamos. Minutos depois, ouvíamos alguém bater à porta, como se avisassem que tinham chegado os presentes. Ficávamos eufóricos. A imagem de um chão de uma grande sala de estar coberto de presentes é algo que nunca esquecerei. E é sempre algo que me deixa de lágrimas nos olhos, tal como me deixava há alguns anos atrás.
Agora o Natal é diferente. É passado com mais maturidade. Já sabemos que o Pai Natal por quem chamávamos à janela eram os meus avós e a minha mãe, enquanto o meu pai e os meus tios nos incentivavam a gritar por ele, à medida que nos iam vigiando para não escaparmos para a sala, onde os outros estavam demasiados atarefados a colocar todos os presentes junto à árvore.
Porém, a mesa recheada de doces continua a mesma de sempre. As gargalhadas e as músicas também. E o amor de família, paira sempre no ar.

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