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Patrícia Lobo

Dom | 30.12.18

19 coisas que quero em 2019

Por Patrícia Lobo

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Com um novo ano à porta, uma pessoa começa a pensar em mil e uma ideias para mudar o rumo da sua vida - principalmente, se forem como eu e acham que vos falta sempre qualquer coisinha para se sentirem realizados.

 

Revendo 2018 e, apesar de ter sido um bom ano, quero que 2019 seja melhor. Quero tornar-me uma melhor versão de mim, experenciar novas emoções e começar tantas outras coisas que já há muito tempo quero fazer.

 

Deixo-vos as 19 coisas que quero em 2019.

 

1 Completar o Reading Challenge 2019

2 Ser promovida no trabalho

3 Comprar mais livros físicos

4 Conhecer Barcelona

5 Sorrir mais

6 Viver (completamente) sozinha

7 Acabar as decorações da minha casa

8 Publicar mais no blog

9 Comprar todos os livros da saga Harry Potter

10 Fazer mais exercício físico

11 Jantar pelo menos uma vez por mês com o meu grupo de amigas

12 Comprar um computador novo

13 Juntar dinheiro

14 Tirar um curso e/ou certificação (ainda a decidir)

15 Cuidar mais de mim (saúde e bem-estar)

16 Sair mais vezes da minha zona de conforto

17 Deixar os maus vícios

18 Encontrar alguém (you know what I mean...)

19 Ser feliz!

 

A todos vocês que estão a ler estas palavras, desejo-vos de coração um excelente 2019!

Quais são os vossos planos para este novo ano? Contem-me tudo!

Qua | 26.12.18

Livros | This Is How It Always Is

Por Patrícia Lobo

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E se o teu filho chegasse ao pé de ti e te dissesse que quando crescesse queria ser uma menina? This Is How It Always Is conta a história de um menino chamado Claude, o mais novo de cinco irmãos rapazes, que entre muitas outras coisas, quer ser uma menina.

 

O que tu farias?

 

Para Rosie e Penn, o choque não foi grande e a decisão do filho foi aceite, mas os problemas começam quando Claude entra para a escola e quer continuar a usar vestidos. Os irmãos acham que ele vai ser gozado e até agredido. Os pais não querem proibir o filho de ser aquilo que ele quiser ser.

 

Para mim, este livro é um retrato real da sociedade preconceituosa em que (ainda) vivemos. Mas também é um livro sobre amor incondicional e o significado de família, sobre sacrifícios, sobre a importância de sermos aquilo que queremos.

This Is How It Always Is fez-me pensar muito e, muitas vezes, tentei colocar-me na pele das personagens. Sinceramente, a frase que mais ecoou na minha mente durante esta leitura foi, sem dúvida: eu não sei o que faria nesta situação...

 

     Título: This Is How It Always Is

     Autor: Laurie Frankel

    Sinopse: This is how a family keeps a secret...and how that secret ends up keeping them. This is how a family lives happily ever after…until happily ever after becomes complicated. This is how children change…and then change the world.

When Rosie and Penn and their four boys welcome the newest member of their family, no one is surprised it's another baby boy. At least their large, loving, chaotic family knows what to expect.

But Claude is not like his brothers. One day he puts on a dress and refuses to take it off. He wants to bring a purse to kindergarten. He wants hair long enough to sit on. When he grows up, Claude says, he wants to be a girl.

Rosie and Penn aren't panicked at first. Kids go through phases, after all, and make-believe is fun. But soon the entire family is keeping Claude's secret. Until one day it explodes.

Laurie Frankel's This Is How It Always Is is a novel about revelations, transformations, fairy tales, and family. And it's about the ways this is how it always is: Change is always hard and miraculous and hard again; parenting is always a leap into the unknown with crossed fingers and full hearts; children grow but not always according to plan. And families with secrets don't get to keep them forever.

 

Conheci este livro através da Sofia Costa Lima, no Goodreads, e acabei de lê-lo na véspera de Natal. E vocês, conheciam o livro? Para quem ainda não leu, têm alguma curiosidade em fazê-lo?

Sex | 21.12.18

2018 | Um Ano de Conquistas

Por Patrícia Lobo

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Passadiços do Paiva. Outubro, 2018.

 

Andei a pensar numa forma simples de descrever o meu ano numa só frase. Acho que não há nada mais simples do que vos dizer que sinto que foi este ano que, oficialmente, me tornei adulta! Esqueçam lá os 18 anos e o «Já podes tirar a carta» ou o «Já podes ir presa». Quando chegas aos 25 e vês a tua vida a começar a sério, passo a passo, isso sim é maravilhoso.

 

Posso não ter sido feliz em todos os momentos mas, este ano, vivi experiências que não consigo descrever apenas com palavras. Agora que olho para trás e vejo tudo aquilo que alcancei até me dá um friozinho na barriga.

 

VI NASCER O FILHO DO MEU MELHOR AMIGO

 

Maio, 2018. O Henrique nasceu no dia 18 de Maio. Era tão pequenino e quando o peguei pela primeira vez, no hospital, tive medo de o partir. Eu ainda não estava ciente de que aquilo tinha mesmo acontecido. Tinha o filho do meu melhor amigo nos braços. Que sensação tão boa. Tive vontade de chorar de tanta felicidade que senti naquele momento por eles. E que orgulho! Sou a tia mais babada deste ano.

 

COMPREI UMA CASA

 

Junho, 2018. Quando temos uma família que nos apoia incondicionalmente, tudo se torna possível. Foi a maior vitória deste ano, sem dúvida. Comprei uma casa! E apesar de ainda não estar totalmente finalizada, em termos de decorações e afins, sou dona e senhora do meu cubículo!

 

VISITEI LUGARES MARAVILHOSOS

 

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Sintra. Janeiro, 2018.

 

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Porto. Fevereiro, 2018.

 

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Paris. Junho, 2018.

 

Podem ver mais fotografias da viagem a Paris em:

Paris is always a good idea | 1

Paris is always a good idea | 2

Paris is always a good idea | 3

Paris is always a good idea | 4

 

Espero que o vosso ano também tenha sido recheado de bons e felizes momentos. Contem-me as vossas melhores experiências do ano!

 

Obrigada por este 2018!

Sab | 15.12.18

Lembrei-me de 3 Coisas Importantes

Por Patrícia Lobo

Sinto que nos últimos dias, a vida me tem colocado à prova. E por vezes, temos de tomar decisões que mais ninguém tomará por nós. Apesar de ser adepta de uma boa mudança, existem sempre outros factores que influenciam o atirar-me ou não de cabeça, para o que quer que seja.

 

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Fonte

 

Esta semana recebi uma "proposta", nada certa, mas que ainda assim me despertou muito interesse. A vontade de explorar é enorme. A vontade de abraçar novos e maiores desafios é imensa. O medo - esse sacana - também.

Em desabafo com um amigo, ele disse-me: «If you are afraid, you must do it». E foi nesse momento que me lembrei de três coisas muito importantes.

 

Se não sair da minha zona de conforto, nunca saberei aquilo de que sou capaz.

A essência de um novo desafio é mesmo essa. É colocarmo-nos a nós próprios à prova. Seja qual for a circunstância, apenas coisas boas podem advir daí. Só assim conseguirei evoluir.

 

Eu sou capaz e nunca posso duvidar disso.

Sentir que falhámos, é péssimo. Não tentar porque temos medo de falhar, é pior. Eu quero e preciso de ter confiança em mim. Eu vou chegar lá e dar o meu melhor. E mesmo que tudo corra menos bem, só tenho a aprender com isso.

 

Eu tenho de ser feliz!

Porque ninguém é bem sucedido se não for feliz. Faltará sempre aquele pedacinho chamado 'quase'. Neste momento, esse 'quase' está a ficar cada vez maior e, por muito que queira agradar a todos, não consigo. E se eu não pensar primeiro em mim, ninguém o fará.

Qua | 12.12.18

2018 | O Meu Post Favorito do Ano

Por Patrícia Lobo

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Fonte

 

Este ano, as publicações no blog só chegaram em Agosto de 2018. O fim de 2017 foi complicado para mim e os meses seguintes também não foram os melhores. Foi sobre isso que escrevi no dia 11 de Agosto de 2018, no primeiro e meu favorito post do ano.

 

Deixei de escrever no dia em que nos deixámos

 

Escrevi sobre a pessoa que deixei. Escrevi para ela. Essas palavras foram um ponto de reviravolta na minha vida. Ainda não tinha escrito sobre ele nem a nossa separação, porque doía demais e eu já não sabia escrever sobre um amor não correspondido. Um ano depois, ainda não sei.

 

Mas foi a partir desse dia que a vontade de voltar a escrever surgiu. Por muita banalidade que possa ter trazido para este blog, digo-vos que nos momentos em que preparei as publicações mantive a cabeça ocupada e longe de pensamentos menos bons. Não me senti tão sozinha quando recebi na caixa de comentários as vossas palavras.

 

Obrigada por este 2018!

Dom | 09.12.18

Livros | Wishlist de Natal

Por Patrícia Lobo

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Este Natal, só quero receber livros. Chega de meias e pijamas e pantufas! Eu quero livros. E tenho uma lista enorme de desejos espalhada por aí, mas decidi partilhar com vocês aqueles que eu tenho mais curiosidade de ler.

 

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1984, George Orwell

1984 oferece hoje uma descrição quase realista do vastíssimo sistema de fiscalização em que passaram a assentar as democracias capitalistas. A electrónica permite, pela primeira vez na história da humanidade, reunir nos mesmos instrumentos e nos mesmos gestos o trabalho e a fiscalização exercida sobre o trabalhador. O Big Brother já não é uma figura de estilo - converteu-se numa vulgaridade quotidiana., em Wook.

 

 

 

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Se Esta Rua Falasse, James Baldwin

Se esta rua falasse, esta seria a história que contaria: Tish, 19 anos, apaixona-se por Fonny, que conhece desde criança. Fazem juras de amor e conjuram sonhos para a vida a dois. Sensual, violento e profundamente comovente, este romance é uma bela canção de blues, de toada doce-amarga, com notas de raiva e ainda assim cheia de esperança. Publicado pela primeira vez em 1974, Se esta rua falasse é o quinto romance de James Baldwin, um dos nomes maiores da literatura americana do século XX e uma das vozes mais influentes do activismo pelos direitos civis.

Um romance manifesto contra a injustiça da justiça e uma história de amor intemporal, é hoje tão pertinente e tão comovente quanto no dia da sua publicação., em Wook.

 

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O Tatuador de Auschwitz, Heather Morris

Esta é a história assombrosa do tatuador de Auschwitz e da mulher que conquistou o seu coração - um dos episódios mais extraordinários e inesquecíveis do Holocausto.

Em 1942, Lale Sokolov chega a Auschwitz-Birkenau. Ali é incumbido da tarefa de tatuar os prisioneiros marcados para sobreviver - gravando uma sequência de números no braço de outras vítimas como ele - com uma tinta indelével. Era assim o processo de criação daquele que veio a tornar -se um dos símbolos mais poderosos do Holocausto.
À espera na fila pela sua vez de ser tatuada, aterrorizada e a tremer, encontra-se Gita. Para Lale, um sedutor, foi amor à primeira vista. Ele está determinado não só a lutar pela sua própria sobrevivência mas também pela desta jovem.

Um romance baseado em entrevistas que Heather Morris fez ao longo de diversos anos a Ludwig (Lale) Sokolov, vítima do Holocausto e tatuador em Auschwitz-Birkenau. Uma história de amor e sobrevivência no meio dos horrores de um campo de concentração, que agradará a um vasto universo de leitores, em especial aos que leram A Lista de Schindler e O Rapaz do Pijama às Riscas, e que nos mostra de forma pungente e emocionante como o melhor da natureza humana se revela por vezes nas mais terríveis circunstâncias., em Wook.

 

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Estou Viva, Estou Viva, Estou Viva, Maggie O'Farrell

«Quando és criança, ninguém te diz: vais morrer. Tens de descobrir isso por ti. Algumas pistas são: a tua mãe a chorar e, depois, a fingir que não estava a chorar; não deixarem os teus irmãos virem visitar-te; a expressão de preocupação, gravidade e um certo fascínio com que os médicos olham para ti; a maneira como as enfermeiras se esforçam por não te olharem nos olhos; familiares que vêm de muito longe para te verem. Quartos de hospital isolados, procedimentos médicos invasivos e grupos de estudantes de Medicina também são sinais claros. Ver ainda: presentes muito bons.»

Uma doença na infância que deveria ter sido fatal, uma fuga em adolescente que quase termina em desastre, um encontro assustador num caminho isolado, um parto arriscado num hospital com falta de pessoal - estes são apenas quatro dos dezassete encontros com a morte que Maggie O’Farrell, autora multipremiada e uma das vozes mais interessantes da literatura atual, relata na primeira pessoa. São histórias verdadeiras e fascinantes que impressionam, comovem, arrepiam e, sobretudo, nos fazem recordar que devemos parar, respirar fundo e ouvir o bater do coração., em Wook.

 

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A História de uma Serva, Margaret Artwood

Uma visão marcante da nossa sociedade radicalmente transformada por uma revolução teocrática. A História de Uma Serva tornou-se um dos livros mais influentes e mais lidos do nosso tempo.
Extremistas religiosos de direita derrubaram o governo norte-americano e queimaram a Constituição. A América é agora Gileade, um estado policial e fundamentalista onde as mulheres férteis, conhecidas como Servas, são obrigadas a conceber filhos para a elite estéril.
Defred é uma Serva na República de Gileade e acaba de ser transferida para a casa do enigmático Comandante e da sua ciumenta mulher. Pode ir uma vez por dia aos mercados, cujas tabuletas agora são imagens, porque as mulheres estão proibidas de ler. Tem de rezar para que o Comandante a engravide, já que, numa época de grande decréscimo do número de nascimentos, o valor de Defred reside na sua fertilidade, e o fracasso significa o exílio nas Colónias, perigosamente poluídas. Defred lembra-se de um tempo em que vivia com o marido e a filha e tinha um emprego, antes de perder tudo, incluindo o nome. Essas memórias misturam-se agora com ideias perigosas de rebelião e amor., em Wook.

 

Eu já podia ter comprado dois destes livros a um preço espectacular na Amazon (1984 e A História de uma Serva), mas fui adiando a compra ao longo do dia porque estava a trabalhar e depois nunca mais me lembrei!

 

E vocês, também têm uma wishlist de livros que gostariam de receber este Natal? Se tiverem mais sugestões, partilhem comigo.

Qua | 05.12.18

Livros | O Melhor de Novembro

Por Patrícia Lobo
Novembro foi o mês no qual acabei o Reading Challenge de 2018! Comecei com seis meses de atrasado (é verdade!), mas não deixei de conseguir ler 20 livros.

Em Novembro, li cinco livros:

- Did I Mention I Need You?, Estelle Maskame (The DIMILY Trilogy #2)
- Did I Mention I Miss You?, Estelle Maskame (The DIMILY Trilogy #3)
- Ao Teu Lado, Ana Ribeiro
- Seja o que for o Amor, Sofia Costa Lima
- The Upside of Falling Down, Rebekah Crane


Seja o que for o Amor... Podia ter sido eu a escrever este livro! Identifiquei-me com cada palavra. A amizade, a cumplicidade, os sorrisos, os abraços, o amor não correspondido. 
A Sofia Costa Lima, autora do também fantástico a Sofia world, disse-me que estava nervosa quando se apercebeu que eu tinha comprado o seu livro. Disse-lhe que não tinha nada com que se preocupar, porque eu já sabia que ia adorar. Pois bem, foi sem dúvida a minha obra favorita deste mês.

Foi também a melhor forma de alcançar a meta a que me propus e terminar assim o Reading Challenge, visto que Seja o que for o Amor foi o 20º livro do ano.

     Título: Seja o que for o Amor
     Autor: Sofia Costa Lima
    Sinopse: Este livro é uma carta de amor em tamanho XXL e compila textos publicados no blog pessoal da autora mas também muitos outros que nunca tinham saído da gaveta.

Aqui há muito mais do que cartas. Aqui há reflexões, momentos, pessoas, abraços, sorrisos, lágrimas. Aqui há dedicação, força, inspiração. Mas há, também, muito mais do que isso. Aqui há amor. Muito. E é esse amor que eu quero partilhar convosco. Espero que gostem do que lerem e que, acima de tudo, sintam este amor e se inspirem. Inspirem-se para mostrar o vosso amor por alguém – seja mãe, pai, irmão, filho, namorado ou mesmo o vosso animal de estimação. Inspirem-se a lutar e a acreditar que o amor existe. Mesmo que nem sempre leve ao final que nós desejávamos.
Acima de tudo, que haja amor. Muito amor. Seja o que for o amor.

Este livro também conta a história da minha vida. Ainda hoje sinto muito daquilo que a Sofia nos descreve.
E vocês, já leram o livro da Sofia? Seguem o seu blog? Como está a correr o vosso Reading Challenge?
Dom | 02.12.18

DESAFIO | Não Vives Sem

Por Patrícia Lobo
Vivemos num mundo tecnológico. É praticamente impossível fugir disso? Penso que sim. O que muitos de nós se esquece é que, apesar de não podermos escapar por um lado, não implica que temos de nos afastar por outro.

Foi no blogue da Inês Sucena que descobri o desafio Não Vives Sem, criado pela Joana Rito.

As regras são simples: só há uma, não mencionar a tecnologia, mas sim tudo o que tocas, cheiras, vês, ouves e sentes. Pode ser apenas uma pequena coisa sem a qual não podes viver, como podem ser duas ou três. - Joana Rito, Blog

Fonte

Eu não vivo sem uma boa conversa de café, rodeada de amigos.
Eu sei que isto é praticamente impensável nos dias de hoje, mas não é impossível. São esses momentos que não vivo sem. Aqueles em que a conversa é tão interessante que ninguém se lembra de redes sociais. Aqueles em que as horas passam e ninguém dá conta.

Eu não vivo sem a minha família.
Eu posso queixar-me de todas as vezes que quero estar sossegada, mas não me deixam. Eu posso querer estar sozinha depois de um longo dia de trabalho, mas ninguém entende. Mas tirando essas alturas, em que o mau humor é superior a tudo, eu não vivo sem a minha família. E sem eles não tinha nem metade do que tenho hoje. Sem eles não seria metade do que sou hoje. Obrigada!

Eu não vivo sem um bom livro.
Sim, tenho um Kindle. Sim, adoro tê-lo. Mas aquele cheiro a livro... E folhear as páginas! Oh, não, eu não troco por nada deste mundo.

Eu não vivo sem escrever.
Apesar de, hoje em dia, não escrever tanto como fazia antigamente, a escrita nunca ficou de lado na minha vida. Sempre gostei de colocar os meus sentimentos no papel. Gosto de escrever à mão e não perco nenhuma oportunidade para o fazer. Tenho alguns notebooks onde aponto os meus pensamentos, textos e/ou frases favoritas de diversos autores. Estou a pensar seriamente em ter um notebook para escrever sobre os meus sonhos.

Espero que tenham gostado. Não deixem de visitar os blogs da Inês e da Joana.
E vocês, não vivem sem...?